Pandemia intensifica transtornos alimentares - Saúde - Estado de Minas

2021-11-19 02:20:19 By : Mr. raven hu

Se você já possui cadastro no Estado de Minas, digite seu e-mail / inscrição e senha. Se ainda não o tem, registe-se gratuitamente aqui.

Insira seus dados para criar uma conta:

Digite o e-mail da sua conta e enviaremos as etapas para recuperação de senha:

Aproveite o melhor do Estado de Minas: conteúdo exclusivo, colunistas renomados e muitos benefícios para você.

Usamos a tecnologia e a segurança do Google para fazer a assinatura.

(foto: MF Press Global / Divulgação) Com a mudança de hábitos diários em decorrência da pandemia do COVID-19, os brasileiros tiveram que se adaptar ao isolamento e à rotina em casa. Devido às restrições sanitárias, estresse e ansiedade, ocorreram mudanças nos hábitos alimentares e comportamentais de uma parcela significativa da sociedade. Com a pandemia, cerca de 4,7% da população brasileira apresentou sinais de transtornos alimentares, segundo levantamento da OMS, com maior incidência em mulheres jovens de 14 a 18 anos. No panorama global, o índice era de 2,6 a cada 100 indivíduos, 45% a menos em relação à taxa do Brasil. Embora não haja um método específico de cura para o transtorno alimentar, a nutricionista Cyntia Maureen reforça a importância de tratamentos que auxiliem no controle da doença. “O acompanhamento de psicólogos, psiquiatras e nutricionistas é fundamental para a evolução do quadro do paciente. Por meio do diagnóstico, é possível identificar as causas do transtorno e trabalhar na redução dos sintomas e na cura”, conclui. Benefícios da aromaterapia (foto: MG Press / publicação) Problemas como falta de foco, depressão e ansiedade podem ser tratados com diferentes óleos. O uso da medicina alternativa como tratamento está ganhando cada vez mais adeptos. A aromaterapia vem ganhando espaço junto ao público, e já foi reconhecida pelo Ministério da Saúde, em 2018, como uma prática integrativa para complementar o tratamento tradicional. “Esse tratamento consiste em utilizar técnicas naturais com óleo concentrado liberado de diferentes plantas. As partículas liberadas com a essência estimulam o cérebro, ajudando no combate a diversos tipos de problemas”, comenta Nayana Pedreira, diretora executiva da Acqua Aroma. Confira quatro problemas que a aromaterapia auxilia no tratamento: Depressão: um dos óleos essenciais recomendados para quem sofre desse problema é a bergamota (Citrus aurantium bergamia). O aroma liberado atua como um calmante, calmante, psicoativo e relaxante, levantando o ânimo da pessoa e ajudando no combate aos males que a depressão traz. Ansiedade: a ansiedade foi um dos problemas psicológicos que mais cresceu durante a pandemia. Para ajudar no tratamento dessa doença, recomenda-se o uso de laranja doce (Citrus sinesis). O óleo acalma e acalma a pessoa, efeitos necessários para quem sofre. Falta de foco: nada pior do que começar uma tarefa e não conseguir finalizá-la por falta de foco. O óleo de alecrim (Rosmarinus officinalis) é indicado para quem procura tratar-se com aromaterapia. Os efeitos que são absorvidos pelo tratamento vão desde o estímulo à mente até a eliminação dos pensamentos negativos, ideais para não deixar nada inacabado. Enxaqueca: muitas pessoas recorrem a tratamentos complementares para cuidar desse problema, que atinge grande parte da população. O óleo mais recomendado para esse fim é a lavanda (Lavandula angustifolia). Os efeitos que o aroma libera são: antiespasmódico, antálgico, sedativo e relaxante, sintomas que auxiliam no combate à dor. A acne adulta é normal? Você tem tratamento?

Comece o dia com notícias selecionadas por nosso editor

Para garantir a passagem pela Série B, Cruzeiro duela com Sampaio Corrêa nesta quinta-feira.

Costelinha com churrasco de banana

* A opinião dos sócios não reflete necessariamente a opinião do Estado de Minas.